sábado, 30 de janeiro de 2010

DE PONTO E NÓ....

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DE PONTO E NÓ...
O meu medo não escreve nada,
Se da vida tão pouco levo ou trago,
Apenas traço linhas vagas,
Pontilhando no acaso.
*
O medo antes justificado,
Alinhavo em traços cruzados,
Arremates desalinhados
São enfeites de tristeza camuflados,
*
Se do medo fizer caso,
Da linha perco a meada,
Bordado mal cruzado,
Desfaz da arte sonhada.
*
Hoje amarro em nó,
A solidão prego ao avesso,
Arrisco pontos sem dó,
Sonhos e segredos confessos.
*
Do medo faço colcha de retalhos,
De zigue-zague reforçado,
Com ela durmo abraçada,
Em noites de choro ultrajado.

Leek steffens.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ainda sob efeito...




 NA ESPERANÇA, DE QUE MARCAS DEIXAM RASTROS E LEMBRANÇAS,
Ainda sob efeito...Doce loucura cicatriçando lentamente. Leek

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Flor de cetim


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

VERSOS AVESSOS



Versos são momentos...
Infinitos talvez,
Vagueiam....
Versos sorrateiros e dispersos,
A favor do vento serpenteiam...
As vezes avessos, confusos em conflito..
Outras em cadenciado rimar.
São versos de amor...
Envoltos na sua dor!
Versos que falam de alegria e dessabor!
Versos vaidosos.. virtuosos...futil ostentação...
São versos que rimam com o som,
deste aprendiz fora do tom,
Que sonha....
Nem sempre com os pés no chão.
Leek Steffens

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Rumo